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quinta-feira, 21 de maio de 2020

HMM - das abelhas


     Se vocês observarem as abelhas, irão perceber que um dos hábitos delas é o horário de maior concentração de atividade, ou seja HMM  ( Horário de Maior Movimento ).
Isso mesmo, é o horário aonde se concentra o maior movimento delas, é o horário de maior atividade, e isso ocorre praticamente em dois picos, que pode ser visto na figuar-1.


[Figura-1] HMM - Horário de Maior Movimento



Fora desses dois picos, a atividade delas fica bem menor, apenas poucas abelhas trabalhando.
Tendo conhecimento desse comportamento, podemos estabelecer o momento de alimentação  e também pra fazer divisões.










segunda-feira, 18 de maio de 2020

Uruçu Nordestina ( verdadeira ) - preparando para a primavera


[Figura-1] Matriz uruçu nordestina









Estamos na época de fortalecer os enxames matrizes para futuras multiplicações na próxima primavera que vai chegar

Na figura-1 podemos ver enxames de uruçus nordestinas ( verdadeiras ).












[Figura-2] Enxame de uruçu nordestina







Na figura-2 temos outra caixa contendo enxame de uruçu nordestina ( matriz ).

Também aproveitamos esse período agora para revisar as caixas, substituindo possíveis módulos que estejam muito desgastados, passando verniz ecológico.

Os telhados também passam por pequenas reformas, caso seja necessário.




quinta-feira, 7 de maio de 2020

Caixa sextavada - fundo da melgueira ( tudo se resolve )


[Figura-1] CX sextavada





É aquilo que sempre digo:

"Nada se perde, tudo se aproveita, e na marcenaria, pequenos pedaços de madeira, juntos fazem a força".

Isso mesmo, com vários pedaços pequenos de madeira, se consegue fabricar uma caixa sextavada para abrigar um enxame de abelhas sem ferrão.

A figura-1 ilustra uma caixa sextavada pronta.











[Figura-2] Fundo da melgueira









Pronto, chega o momento de colocar um fundo da melgueira.
Muitos usam plastico transparente, duro, com furos, que é uma das formas mais fácil de se fazer o fundo, porém isso não me agrada muito e procuro alternativas usando a própria madeira, e isso está ilustrado na figura-2.













[Figura-3] Fundo da melgueira










A figura-3 nos possibilita ver a melgueira pelos fundos.
Com certeza isso resolve o problema e as abelhas vão utilizar com certeza.


quinta-feira, 23 de abril de 2020

FORIDEOS : medidas curativas e preventivas

Mais uma vez vamos falar desse inseto indesejável, mas é preciso saber tudo sobre ele e tomar as medidas necessárias.

 Entre os meliponicultores (criadores de abelhas indígenas sem ferrão), os forídeos são conhecidos por se tratarem do pior inimigo das abelhas nativas. As espécies mais comuns pertencem aos gêneros Pseudohypocera e Melaloncha. Geralmente, levam à destruição total das colônias afetadas e espalham-se com rapidez para as demais colônias, sendo considerados os únicos insetos capazes de eliminar completamente um meliponário. As intervenções de salvamento por parte dos meliponicultores são muito trabalhosas e, freqüentemente, pouco eficientes. Alguns meliponicultores chegam mesmo a recomendar sua eliminação total e sumária, através da queima de colônias atacadas por forídeos, evitando, assim, a infestação de todo o meliponário e a perda de outros enxames.

Pseudohypocera kerteszi pertence à ordem Diptera (insetos com apenas um par de asas, denominados moscas, mosquitos e borrachudos) e, observado ao microscópio, apresenta pequeno tamanho (0,1 a 0,3cm de comprimento), cores escuras e aparência curvada (tórax arqueado), além de antenas finas e mais longas do que o normal entre os dípteros. Suas asas possuem poucas e incompletas nervuras, e seu abdômen é curto, dirigido para baixo. Em colméias de abelhas melíferas, as moscas-dos-favos adultas, se deslocam muito rápido entre os favos e sobre os mesmos, especialmente nos favos laterais, escondendo-se temporariamente dentro dos alvéolos. Suas larvas têm coloração amarelo-esbranquiçada e formato característico da ordem Diptera: a cabeça não é aparente e não têm pernas. No último ínstar, medem 0,8 a 1cm, portanto, são bem maiores que o adulto. Concluída a fase larval, as moscas passam para a fase pupal, terminando seu ciclo de metamorfoses e rompendo o casulo para iniciar a fase adulta.
O ciclo de infestação das colméias inicia com a aproximação e entrada das moscas-dos-favos adultas nas colônias, atraídas pelo cheiro das mesmas. As fêmeas fazem a oviposição, que pode chegar a 70 ovos por postura, sobre as células com pólen (potes, no caso dos meliponíneos, ou alvéolos e favos, no caso das abelhas melíferas) ou sobre as células de cria (potes com ovo ou larva em desenvolvimento, no caso de meliponíneos). Conforme as condições térmicas e de umidade, em pouco tempo eclodem as larvas, o que acontece em 3 dias ou menos, podendo se dar em até 6 a 8 horas. As larvas passam a se alimentar do pólen disponível ou, ainda, das larvas e pupas de abelhas acidentalmente mortas pelo meliponicultor. O ciclo de vida completo pode se dar em períodos muito curtos, de 3 a 10 dias, conforme as condições ambientais e a disponibilidade de alimento, seguindo-se, consecutivamente, de novos ciclos de infestação.
A maioria dos forídeos vivem em matéria vegetal em decomposição, fungos e mesmo carcaças de animais mortos. Porém, algumas espécies desta família apresentam habitats bastante peculiares, desenvolvendo-se dentro de formigueiros em atividade, cupinzeiros, vespeiros e, inclusive, ninhos de abelhas. As fêmeas nas espécies que habitam formigueiros e cupinzeiros, com freqüência não apresentam asas, o que pode ocorrer também em forídeos que convivem permanentemente com colônias de certos meliponíneos, como irapuás ou mandaçaias.
A presença do forídeo Psudohypocera kerteszi nos apiários e meliponários exige por parte dos criadores e dos técnicos extensionistas a adoção de várias medidas de controle. Neste sentido, torna-se importante a inspeção periódica das colméias visando monitorar a presença deste inseto. A retirada e tratamento, ou eliminação, de uma colônia atacada no apiário ou no meliponário deve ocorrer o quanto antes. Métodos curativos apresentam difícil aplicação pelos criadores e baixa eficiência nas colônias, portanto, os métodos preventivos são aqueles que devem ser adotados sistematicamente pelos apicultores e meliponicultores no campo e nas colméias.

a) Medidas Curativas:
No apiário, o método de controle curativo preconizado para um enxame com forídeos inclui a remoção de todos os favos atacados e o deslocamento dos demais favos que compõem o centro do enxame, exatamente para a posição dos favos atacados que foram removidos na colméia. O espaço vazio no lado oposto do interior do ninho, ou em ambas as laterias, deverá ser preenchido por novos quadros com cera alveolada ou com favos provenientes de colônias sadias. Neste segundo caso, são escolhidos favos com depósito de pólen e mel e favos com cria operculada. A troca da caixa antiga, contaminada com larvas e pupas de moscas pelas paredes internas, por uma caixa nova ou limpa, é recomendável. Da mesma forma, a alimentação artificial, o reforço do enxame com abelhas provenientes de outra colméia ou a união com outro enxame, são procedimentos positivos para eliminar rapidamente o problema.
O controle curativo de forídeos em meliponários inclui o diagnóstico e a tomada de decisão quanto ao nível de infestação existente. Na fase inicial, observam-se mosquinhas adultas circulando pelo interior da caixa e larvas nas lixeiras. Na fase terminal, muitos adultos (mais de 50 indivíduos) são observados na face interna da tampa, há larvas e pupas em vários pontos da colônia, os potes de pólen apresentam aspecto úmido e estão repletos de larvas de mosca. Nesta fase, a rainha cessa totalmente a postura. As medidas específicas de controle dos forídeos e de salvamento das colônias preconizadas para cada fase são variadas, mas geralmente complementares. Da mesma forma como em abelhas melíferas, quando a infestação é intensa, a colônia de meliponíneos deve ser transferida para uma caixa nova. A operação é feita longe das demais colônias, preferentemente em um cômodo fechado, para permitir a retenção e a eliminação dos forídeos adultos que alçam vôo quando se abre a caixa. Apenas os discos de cria em idade mais avançada (de coloração clara), além de todas as abelhas operárias adultas e da rainha, são aproveitados na transferência, enquanto que os demais discos de cria (as jovens, com ovos e larvas) e os potes com mel e pólen são totalmente descartados. As abelhas são alimentadas artificialmente todos os dias, até que não se observe mais nenhum forídeo no meliponário. No cômodo fechado, as mosquinhas, pupas e larvas devem ser mortas e a caixa será raspada internamente, limpa e desinfetada com fogo.

b) Medidas Preventivas:
Os métodos preventivos de controle são os mais efetivos no combate ao ataque de forídeos. Os criadores devem manter o apiário ou o meliponário sempre limpos, livres de materiais em decomposição e restos de colônias mortas ou caixas abandonadas. Favos velhos devem ser retirados, substituídos por quadros com lâminas de cera alveolada. Na meliponicultura, durante as revisões, não se deve danificar os potes de pólen ou de crias e é importante fechar a caixa o quanto antes. Na divisão de meliponíneos, as novas colônias devem ficar sempre populosas (cerca de 200 operárias) e sem potes de pólen.
Armadilhas caça-forídeos podem ser espalhadas nas proximidades do meliponário ou mesmo dentro das colônias. Além de capturar as moscas-dos-favos que ocorram junto das caixas, servirá de monitoramento das condições sanitárias ao meliponicultor. Garrafas plásticas, como as de refrigerante ou água, servem para o ambiente externo, enquanto que pequenos frascos de vidro ou plástico, desde que bem vedados, como os de filmes fotográficos, servem para o ambiente interno das colônias. São perfurados na tampa com broca fina ou prego, o mínimo necessário para possibilitar a passagem das moscas-dos-favos (2mm de diâmetro), mas impedir a entrada dos meliponíneos. Em cada frasco, colocar vinagre (preferentemente de maçã e misturado com um pouco de pólen, se possível) em quantidade suficiente para cobrir o fundo do frasco. As revisões podem ser diárias e a troca do vinagre é feita a cada 3 ou 7 dias.
Além disso, todas as colméias deverão ser mantidas fortes e com boa reserva de alimentos, pois enxames populosos e bem nutridos resistem mais ao ataque de inimigos naturais e doenças. Enxames fracos, com pouca população, devem ser fortalecidos com operárias ou favos de cria provenientes de outras colméias. Nos períodos de escassez de néctar e pólen, alimentação artificial deverá ser fornecida às abelhas pelos criadores.

 
É isso aí pessoal, espero ter ajudado um pouco mais no controle desse inseto indesejável com essa postagem

quinta-feira, 16 de abril de 2020

POTES ARTIFICIAIS - Tamanho correto para espécie abelha sem ferrão Uruçus

Tema : Armazenamento de pólen e mel

     Melipona scutellaris este armazenamento é feito em potes construídos com cera, foram feitas contagens dos potes nas colmeias classificando-os como: potes abertos, potes fechados e potes vazios, separando-os de acordo com o conteúdo (mel ou pólen). Foram medidas as suas dimensões e anotadas para posterior avaliação dos dados.

     Com os resultados pôde-se averiguar que as colmeias apresentam quantidades de potes diferentes, variando em função do número de indivíduos que colaboram para este fator. Confirmou-se que, quando o alimento é escasso no pasto apícola, as abelhas usam o alimento armazenado nos potes, em função da diminuição de matéria-prima na entressafra.


                                                                                    Revista Biotemas, 21 (1), março de 2008





[Figura-1] Pote artificial





Figura-1  Ilustração dos potes artificiais, os quais poderão ser utilizados para armazenar mel ou pólen.

     O armazenamento do alimento é feito em células de cera que parecem pequenos potes redondos quando estão com mel e pequenos tubos quando estão com pólen . O mel produzido tem um sabor muito apreciado e apresenta propriedades medicinais. Poucos estudos foram feitos sobre a composição do mel da abelha nativa e como ainda não se tem uma regulamentação que determina as suas características, os resultados das pesquisas estão sendo comparados com as características do mel das abelhas africanizadas.







     Resultado semelhante pode ser visto na tabela 2,onde, para todos os parâmetros de potes medidos foi possível observar diferenças entre as colmeias, confirmando que além do número de potes, suas dimensões também variam dependentemente do tamanho da colmeia.
Interessante notar que as medidas dos potes variam conforme a sua finalidade.
Observou-se um aumento nas medidas dos potes vazios (altura, diâmetro e profundidade), sendo as colmeias 1, 3, 5, 6, 7 e 8 (Tabela 2) as que apresentaram um aumento considerável na estrutura de seus potes vazios, aumento este mais notável na colmeia 5 (Tabela 2), que desde o início do experimento se mostrou ser uma colmeia forte. As colmeias 2 e 4 (Tabela 2) por serem colmeias com menor número de indivíduos tiveram seus potes com medidas menores, não implicando este fator na quantidade de seus potes.

[Figura-2] Molde para fazer potes de cera







        Os potes de pólen e mel, por estarem fechados e
completos, tiveram apenas a altura e o diâmetro mensurados.
Foi observado que os potes de pólen fechados
apresentaram pequenas dimensões nas colmeias 2 e 4
(Tabela 2) e que estas chegaram ao término do período
experimental sem potes de pólen. As colmeias 6, 7 e 8
(Tabela 2) tiveram suas medidas semelhantes. Apenas
a colmeia 5 (Tabela 2) demonstrou um aumento nas dimensões dos seus potes de pólen fechados.










[Figura-3] Medida do molde




Ao se analisar as dimensões dos potes de mel fechados, verificou-se comportamento similar ao dos potes de pólen, sendo as colmeias 5 e 8 (tabela 2) as queapresentam valores maiores quanto ao tamanho e largurados potes, visto que,potes de mel são maiores que os potes de pólen. A colmeia 2 chegou ao fim do experimento sem nenhum pote de mel. Estas observações levam a conclusão de que existe um crescimento diferenciado para as abelhas M. scutellaris que estão sob mesmas condições climáticas, apresentando resultados biológicos importantes para o conhecimento da espécie. Couto e Couto 2006 afirmam que as abelhas africanizadas, por exemplo, em função das atividades desempenhadas pelas operárias dentro e fora da colmeia, tem a necessidade de ter na época das floradas, um grande contingente de campeiras para a colheita de néctar e pólen para o armazenamento, visto que, as floradas sofrem oscilações de acordo com a época do ano. Este estudo mostrou que as abelhas nativas também necessitam de um grande númerode operárias campeiras para a busca de alimento nas plantas, o que nos leva a entender que, na prática, tem-se que favorecer o desenvolvimento das colônias antes da safra, através de manejo e de alimentação  artificial, para que durante o período de coleta nas flores, as colônias já tenham campeiras suficientes para armazenarem a maior quantidade de alimento possível, visando a manutenção da própria colônia e a produção excedente para a comercialização.



[Figura-4] Potes prontos



A figura-4 mostra alguns potes prontos, os quais estão com as medidas de 29 mm de dimensão por 29 mm de altura.

     Se os potes não estiverem nas dimensões corretas, as abelhas vão desmancha-los e reaproveitar a cera para outras funalidades dentro do ninho.


quarta-feira, 15 de abril de 2020

ISCA REAPROVEITAVEL - Capturar abelha jatai

[Figura-1] Isca montada (completa )



Uma das formas de conseguirmos capturar abelhas sem ferrão na natureza é utilizando isca pet ( garrafa pet ), ou até mesmo caixas de madeira de baixo custo ( baixo custo, pois as iscas geralmente ficam em locais que correm o risco de serem furtadas ), por isso tem que ser de baixo custo.

A isca PET é uma maneira de se capturar os enxames, porém tem um probleminha, depois de capturado, pra você retirar o enxame de dentro da garrafa pet, só mesmo cortando as laterais da garrafa, e isso muitas vezes inviabiliza a reutilização da mesma.

Agora, vejam na figura-1 uma forma de se reaproveitar a embalagem, após remover o enxame de dentro dela ( a entrada fica para baixo, está nessa posição para facilitar as fotos )

Cano PVC de 10 cm de diâmetro, com 40 cm de comprimento.






[Figura-2] Plastico transparente e preto

Então vamos as etapas da construção dessa isca reaproveitavél.

Na figura-2 podemos ver os plásticos que ficam dentro do cano PVC.

O plástico transparente é um pouco mais rígido, justamente para ficar bem acomodado dentro do cano.

Já o plástico preto pode ser mais maleável, se for rígido, melhor ainda.

Nessa construção, eu fui utilizando os materiais que estavam a minha disposição. Não precisa comprar, basta procurar na sua casa, que sempre encontramos materiais que podem nos auxiliar na confecção.


[Figura-3] Entrada da isca

Na figura-3 podemos ver como eu projetei a entrada da isca.
Lembrando que todo material utilizado aqui é reaproveitado, ou seja, sobras de madeiras da marcenaria.

Um pedaço de tábua cortado no formato redondo, com um furo central para encaixar outro pedaço que tem a entrada propriamente dita.

O fundo da isca também é composto de tabua no formato redondo.

Essa isca foi projetada para ser mais prática possível, ou seja, não estou usando parafusos para fixar a tampa do fundo e no topo, no lugar dos parafusos, utilizei encaixes de madeira ( esses 2 toquinhos pequenos  que pode ser visto na figura-2)










[Figura-4] Topo da isca






Na figura-4 podemos ver o topo da isca, feito com madeira, cortado no formato arredondado, e fixada com 2 toquinhos de madeira, na parte lateral do cano PVC.


















[Figura-5] Colocando os plásticos








Na figura-5 estamos na etapa de inserção dos plásticos dentro do cano PVC, lembrando que o plástico preto serve para deixar o interior do cano bem escuro, que é exatamente do que as abelhas precisam, local escuro. E esse plástico preto deve ficar por fora do plástico branco.














[Figura-6] Plásticos dentro do cano







Na figura-6 podemos ver os plásticos já inseridos por completo dentro do cano PVC, lembrando que o plástico preto fica em contato com o cano PVC e o branco fica do lado do ninho.

















[Figura-7] Fixação das tampas






Na figura-7 podemos ver como as tampas ( topo e fundo ) são fixadas no cano PVC.

Esse método de fixação é prático, pois no momento de retirada do enxame de dentro do cano, você não precisa de chaves de fenda para desparafusar.

Quanto mais prático for as iscas, melhor será o manuseio, pois na atividade de Meliponicultura, a praticidade tem muito valor, quanto menos tempo você ficar manuseando o enxame, melhor.

Pronto, uma vez retirado o enxame de dentro, basta montar a isca novamente e colocar de volta na natureza para capturar novos enxames, ou seja, isca reaproveitável.

OBS.: lembrar de passar a loção de captura

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

6º Seminário Meliponicultura - USP Ribeirão Preto








Mais um evento sobre Meliponicultura que aconteceu nos dias 15 e 16 de Fevereiro de 2020 na USP em Ribeirão Preto - SP

Os eventos sempre são bem vindos, pois é através dele que recorremos a novos conhecimentos, trocas de informações, refinamentos e acertos daquilo que já conhecemos.

As palestras são muito produtivas.




















Nesse evento tive a oportunidade de adquirir as famosas sementes de Moringa Oleifera, brinde oferecido pela equipe do Meliponário C Três, tanto sementes quanto mudas da própria espécie.
























Ao lado temos o contato da equipe C Três

Agradecemos a cordialidade na distribuição das sementes e mudas da Moringa Oleifera.














Estarei focando nas atividades fora auditório onde foram realizadas as palestras, atividades estas realizadas no pátio da USP.


É notório como a atividade envolvendo a Meliponicultura, vem crescendo, mais e mais pessoas estão engajadas nessa prática, trazendo para a população os benefícios que a Meliponicultura oferece, não somente os méis, mas também vários outros itens.






















Muita variedade de méis a disposição dos participantes:
Mel de uruçu, de jatai, de mandaçaia, de borá, etc.













Logo abaixo temos uma sequência de fotos registrando mais atividades no pátio da USP:










Alguns registros de atividade com oficinas:
divisão de enxames, transferências, etc.